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Épico

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🐉Espíritos(6)
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Oread

Rei dos espíritos

Oread · Trowell · Gnoass — Rei Espírito da Terra

A Oreade (grego Oreias, plural Oreiades, ingles Oread) e a ninfa (grego nymphe) das montanhas da mitologia grega, que habita em montanhas e cavernas, frequentemente retratada como companheira da deusa da caça Artemis (Artemis) — a figura iconografica canonica decisiva do espirito montanhoso mitologico grego. A etimologia deriva do grego oros ('montanha'), e dentro da classificaçao das ninfas — Naiade (agua doce), Oceanide (oceano), Nereida (mar salgado), Driade (arvore), Oreade (montanha) — a Oreade e o canone decisivo da montanha. O canone textual decisivo e a origem na linha 420 do Livro 6 da Iliada de Homero (Homeros) do seculo VIII a.C. — que as ninfas das montanhas plantaram olmos junto ao tumulo de Eetion, pai de Andromaca — e nas linhas 615-617 do Livro 24 — que as ninfas das montanhas dançaram no Monte Sipylos apos a morte dos filhos de Niobe — a origem da iconografia da ninfa das montanhas, e o canone decisivo e o canone de Eco e Narciso nas linhas 339-510 do Livro 3 das Metamorfoses (Metamorphoses) do poeta romano Ovidio (Publius Ovidius Naso, 43 a.C. - 17 d.C.) de cerca de 8 d.C. — em que a ninfa oreade das montanhas Eco amou sem correspondencia o belo jovem Narciso mas, pela maldiçao de Hera, so podia repetir as ultimas palavras dos outros, e finalmente tornou-se o eco da montanha (meta-echo) — o canone culminante decisivo da Oreade literaria latina. A pintura de 1903 Eco e Narciso do pintor pre-rafaelita britanico John William Waterhouse (1849-1917), em posse da Walker Art Gallery em Liverpool, Gra-Bretanha, estabeleceu o canone visual da Oreade na era vitoriana do seculo XIX.

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Náiade

Rei dos espíritos

Náiade · Ellaim · Elquiness — Rei dos Espíritos da Água

A Naiade (grego Naias, plural Naiades, ingles Naiad) e a ninfa (grego nymphe) de agua doce que habita na agua doce (nascentes, rios, lagos, poços) da mitologia grega, na forma de uma bela mulher humana, encarnando a divindade da fonte de agua doce — a figura iconografica canonica decisiva dos espiritos naturais mitologicos gregos. A etimologia deriva do verbo grego naein ('fluir'), e dentro da classificaçao quadrupla das ninfas — Naiade (agua doce), Oceanide (Oceanids, oceano), Nereida (Nereids, mar salgado) e Driade (Dryads, arvore) — a Naiade e o canone decisivo da agua doce. O canone textual decisivo esta na Teogonia (Theogonia) do poeta grego Hesiodo (Hesiodos), c. 700 a.C. — linhas 364-370, o canone das 3.000 irmas Oceanides e 3.000 irmaos Deuses-rios (Potamoi) nascidos do deus-rio Oceano (Okeanos) e sua irma Tetis — e o canone textual decisivo da Naiade, e as ninfas dos rios aparecem decisivamente nos Livros 14 e 20 da Iliada e nos Livros 13 e 17 da Odisseia de Homero (Homeros) do seculo VIII a.C. A Naiade Castalia da Fonte Castalia (Kastalia) perto do Templo de Apolo em Delfos (Delphoi) na Grecia — a inspiraçao canonica da profecia poetica — e a Naiade individual mais decisiva, e a pintura Hilas e as Ninfas (Hylas and the Nymphs) de 1896 do pintor pre-rafaelita britanico John William Waterhouse (1849-1917) estabeleceu o canone visual da Naiade na era vitoriana do seculo XIX.

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Ignis Fatuus

Rei dos espíritos

Ignis Fatuus · Ignis — Rei Espírito da Luz

O Ignis Fatuus (latim ignis fatuus, ingles ignis fatuus/will-o'-the-wisp, alemao Irrlicht, frances feu follet) e o nome cientifico canonico para o fenomeno de fosforescencia natural em pantanos — latim 'fogo insensato' (ignis 'fogo' + fatuus 'insensato') — e a iconografia canonica do folclore europeu medieval e da literatura inglesa, a luz azul presumivelmente sendo a igniçao natural do metano do pantano (CH4) e da fosfina (PH3) que atrai viajantes e os faz perder o caminho. A etimologia e a combinaçao do latim ignis ('fogo') e fatuus ('insensato'), e desde sua apariçao na Historia natural (Naturalis Historia) do naturalista romano Plinio o Velho (Plinius Maior, 23-79 d.C.) do seculo I, estabeleceu-se como o nome cientifico decisivo nas historias naturais dos seculos XVI-XVIII. O canone textual decisivo e o canone do Ato 3 Cena 3 da peça historica Henrique IV, primeira parte do britanico William Shakespeare (1564-1616) de 1597 — em que Sir Falstaff compara o nariz vermelho de Bardolph com 'ignis fatuus or a ball of wildfire' — a entrada decisiva na literatura inglesa, e o canone poetico decisivo e o canone das linhas 634-642 do Livro 9 da epica O Paraiso perdido do poeta britanico John Milton (1608-1674) de 1667 — comparando a seduçao de Eva por Sata com o fogo-fatuo do pantano — o canone decisivo na literatura inglesa. O Will-o-Wisp do Manual de Monstros D&D de 1977 de Gygax da TSR nos EUA — consistente ate a 5e (5a ediçao) de 2014 — e o canone decisivo do fogo-fatuo do RPG fantasia moderno.

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Ariel

Rei dos espíritos

Ariel · Sílfide · Minervar — Rei Espírito do Vento

Ariel (ingles Ariel, hebraico Ariel ('leao de Deus' ou 'mensageiro de Deus'), latim Ariel) e o espirito do ar na ultima peça solo A Tempestade de 1611 do dramaturgo ingles William Shakespeare (1564-1616), o servo fiel do feiticeiro Prospero que, em forma invisivel, comanda livremente tempestades, ilusoes e musica — a figura iconografica canonica decisiva do espirito do ar literario ingles. A etimologia deriva do hebraico Ariel ('leao de Deus' ou 'mensageiro de Deus') — o nome alternativo de Jerusalem em Isaias 29:1-2 do Antigo Testamento — e no misticismo cabalistico europeu do seculo XIV ao XVI, Ariel foi canonizado como o anjo do elemento ar (Ar) entre os setenta e dois anjos do Shem HaMephorash, decisivamente registrado no Livro 3 do De Occulta Philosophia Libri Tres do mistico alemao Heinrich Cornelius Agrippa (1486-1535) de 1533. O canone decisivo e a peça de Shakespeare A Tempestade, estreada em 1 de novembro de 1611 no Palacio de Whitehall em Londres, Inglaterra (publicada no Primeiro Folio Volume 1 de 1623) — a trama em que Ariel, que havia sido aprisionado em um pinheiro pela bruxa Sycorax por doze anos, e resgatado por Prospero e vinculado a servi-lo por doze anos em troca da promessa de liberdade (Atos 1.2 a 4) — e o canone decisivo do espirito do ar literario ingles. O silfo Ariel no poema satirico O Rapto do Cacheado de 1714 de Alexander Pope (1688-1744) estendeu o canone do espirito do ar literario ingles do seculo XVIII, e o canone Air Elemental e Silfo do Manual de Monstros D&D de 1977 de Gary Gygax da TSR nos EUA e a iconografia canonica decisiva do espirito do ar do RPG de fantasia moderno.

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Dríade

Rei dos espíritos

Dryad — Rei dos Espíritos da Floresta

A Driade (grego Dryas, plural Dryades, ingles Dryad) e a ninfa (grego nymphe) das arvores da mitologia grega que habita em florestas e arvores, originalmente significando o espirito que habita no carvalho (drys, drys) mas posteriormente estendido como o nome geral do espirito que habita em todas as arvores — a figura iconografica canonica decisiva do espirito natural mitologico grego. A etimologia deriva do grego drys (drys, 'carvalho'), e dentro da classificaçao das ninfas — Naiade (agua doce), Oceanide (oceano), Nereida (mar salgado), Driade (arvore), Oreade (montanha) — a Driade e o canone decisivo da arvore. A figura canonica especial Hamadriade (Hamadryas, 'com a arvore') e a adaptaçao decisiva da Driade, ligada permanentemente a uma unica arvore e compartilhando sua vida e destino. O canone literario decisivo e o canone de Erisicton nas linhas 738-878 do Livro 8 das Metamorfoses (Metamorphoses) do poeta romano Ovidio (Publius Ovidius Naso, 43 a.C. - 17 d.C.) de cerca de 8 d.C. — em que o rei tessalio Erisicton corta o carvalho do bosque sagrado de Demeter, matando a Hamadriade, e Demeter envia o espirito da fome Limos (Limos) para puni-lo com fome eterna de modo que ele finalmente devora a si mesmo — e o monstro Driade do Manual de Monstros D&D de 1977 de Gary Gygax (1938-2008) da TSR nos EUA, consistente ate a 5e (5a ediçao) de 2014, e o canone decisivo do espirito da arvore do RPG de fantasia moderno.

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Fênix

Rei dos espíritos

Fênix · Sallion — Rei Espírito do Fogo

O Espirito Fenix (grego Phoinix, latim Phoenix, ingles Phoenix) e a figura iconografica canonica da ave de chama imortal — adaptando o Bennu (Bennu) egipcio e a tradiçao da Fenix grega na categoria de espirito — que se imola a cada 500 ou 1000 anos e renasce das cinzas. A etimologia e presumida do grego Phoinix (grego 'carmesim' ou 'ave fenicia'), e o bennu ('aquele que se eleva') do antigo Egito — a ave sagrada canonica da ressurreiçao do deus sol Ra e de Osiris de Heliopolis — e a origem decisiva da iconografia Fenix grega. O canone textual decisivo e o Capitulo 73 do Livro 2 das Historias (Historiai) do historiador grego Herodoto (Herodotus, c. 484-425 a.C.) do seculo V a.C. — o testemunho dos sacerdotes egipcios de terem visto a Fenix no Templo do Sol de Heliopolis e o canone de que a cada 500 anos a Fenix vem da Arabia para Heliopolis carregando o cadaver de seu pai Fenix em um ovo de mirra — o canone decisivo, e o canone literario latino decisivo e o canone das linhas 392-407 do Livro 15 das Metamorfoses do poeta romano Ovidio (Publius Ovidius Naso, 43 a.C. - 17 d.C.) de cerca de 8 d.C. — a auto-imolaçao ciclica milenar e o renascimento das cinzas — o canone decisivo. O canone moderno decisivo e a fenix Fawkes do Diretor Dumbledore da serie Harry Potter (Harry Potter) da autora britanica J. K. Rowling (J. K. Rowling, n. 1965) de 1997-2007 — aparecendo pela primeira vez no Capitulo 12 de Harry Potter e a Camara Secreta de 1998 — a obra culminante decisiva do canone Fenix mundial do seculo XXI.

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