A filha de um rei ou imperador. Um status conferido por linhagem em vez de um título hereditário; seus direitos de sucessão são frequentemente mais restritos do que os de um príncipe. Ainda assim na fantasia, a princesa foi esmagadoramente reinterpretada não como alvo passivo de resgate, mas como uma figura ativa que pega a espada, usa magia ou orquestra ela mesma esquemas políticos. O casamento de uma princesa selava alianças entre reinos — tornando a própria princesa um 'ativo político vivo.'
Origem
Um título para os filhos femininos da linhagem real que se desenvolveu independentemente tanto no Oriente quanto no Ocidente. Manifesta-se em diversas formas: a Gongzhu da China (公主), a Princesa da Europa e o sistema coreano Gongju e Ongju.
Características
- O mais alto status feminino conferido pela linhagem real
- Uma parte principal em casamentos diplomáticos — alianças dinásticas são seladas por sua união
- Direitos de sucessão (restritos ou iguais, dependendo das regras do mundo)
- Educação real — treinada em idiomas, diplomacia, artes e magia (em cenários de fantasia)
- Pode vir a governar seu próprio domínio ou alcançar a posição de Princesa Herdeira
Uso
Um dos arquétipos de protagonista feminina mais comuns na fantasia. O espectro é amplo — de narrativas de resgate a histórias de uma aventureira ativa.
Fraqueza
A realidade de ser tratada como instrumento de casamento político. Desigualdade estrutural ao ser excluída da sucessão.



