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Ondina

Ondina — Espírito d'Água Intermediário

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A Ondina (latim Undina, alemao Undine, ingles Undine) e o espirito canonico decisivo da agua (Aqua) entre os quatro espiritos-elementos (Elemental Spirits) no tratado latino postumo de 1566 Livro de Ninfas, Silfos, Pigmeus e Salamandras (Liber de Nymphis, Sylphis, Pygmaeis et Salamandris) do medico-alquimista suiço Paracelso (Theophrastus Bombastus von Hohenheim, 1493-1541). A etimologia e o vocabulario canonico da cunhagem paracelsiana Undina derivada do latim unda ('onda, ondulaçao'), e a iconografia canonica decisiva a retrata como uma bela figura feminina humana — habitando em agua doce como cascatas, lagos e fontes — originalmente sem alma, mas adquirindo uma atraves do casamento com um humano. O canone literario decisivo e a novela Ondina (Undine) de 1811 do autor romantico alemao Friedrich de la Motte Fouque (1777-1843) — o canone tragico romantico decisivo em que a Ondina, que adquire uma alma ao se casar com o cavaleiro humano Huldbrand (Huldbrand), chega a morte pela traiçao de seu marido — e a opera Ondina estreada no Teatro Real de Berlim em 3 de agosto de 1816 por E. T. A. Hoffmann (E. T. A. Hoffmann, 1776-1822) — com libreto do proprio Fouque — e o canone decisivo da opera romantica alema. O bale Ondina do compositor alemao Hans Werner Henze (1926-2012), estreado no Royal Opera House Covent Garden em Londres em 27 de outubro de 1958 (coreografado por Frederick Ashton, com Margot Fonteyn como Ondina), e o canone decisivo do bale do seculo XX.

Origem

A origem iconografica e a fusao de (1) o canone dos quatro espiritos-elementos — Agua (Ondina/Aqua), Ar (Silfo), Terra (Gnomus), Fogo (Salamandra) — do tratado latino Livro de Ninfas, Silfos, Pigmeus e Salamandras de Paracelso (Theophrastus Bombastus von Hohenheim, 1493-1541, nascido na Suiça) de 1566 e (2) as crenças indigenas do espirito da agua da Europa medieval — Nix germanico, Rusalka eslava e Nereida grega. Na teoria dos quatro espiritos-elementos do Livro de Ninfas, Silfos, Pigmeus e Salamandras de Paracelso, publicado postumamente em Basileia, Suiça em 1566 — escrito na decada de 1530 em Salzburgo, Innsbruck e outras regioes austro-suiças — a Ondina e a cunhagem paracelsiana Undina derivada do latim unda ('onda'), e estabeleceu o canone teologico-alquimico decisivo de que o espirito da agua adquire uma alma (anima) atraves do casamento com um humano. O canone literario decisivo e a novela Ondina publicada em Berlim, Alemanha em 1811 por Friedrich de la Motte Fouque (1777-1843) — o canone tragico romantico decisivo em que a Ondina, que se casa com o cavaleiro humano Huldbrand e adquire uma alma, e amaldiçoada por seu tio Kuehleborn (Kuehleborn) — o canone decisivo do espirito da agua — quando o marido a trai com Bertalda (Bertalda), e a Ondina mata seu marido e retorna a agua. A opera Ondina estreada no Teatro Real de Berlim em 3 de agosto de 1816 por E. T. A. Hoffmann (Ernst Theodor Amadeus Hoffmann, 1776-1822) — com libreto do proprio Fouque — e o canone decisivo da opera romantica alema, e A Pequena Sereia (Den lille Havfrue) de Hans Christian Andersen (1805-1875) publicada em Copenhague em 7 de abril de 1837 e avaliada como a adaptaçao decisiva de Andersen do canone Ondina.

Características

  • Forma de uma bela mulher humana
  • Habita em agua doce como cascatas, lagos e fontes
  • Originalmente sem alma — adquire uma alma atraves do casamento com um humano
  • Canto triste e mistico
  • Pode andar sobre a agua
  • Enfraquece longe da agua

Histórias

O canone da agua (Ondina/Aqua) entre os quatro espiritos-elementos do Livro de Ninfas, Silfos, Pigmeus e Salamandras de Paracelso de 1566 e a origem decisiva, e Le Comte de Gabalis (publicado pela primeira vez em 1671) do escritor frances Montfaucon de Villars (1635-1673) de 1690 — adaptando a teoria dos quatro espiritos-elementos a literatura de salao francesa do seculo XVII — e o evento decisivo da popularizaçao europeia da iconografia Ondina no seculo XVII-XVIII. O canone literario decisivo e a novela Ondina publicada em Berlim, Alemanha em 1811 por Friedrich de la Motte Fouque (1777-1843) — o canone romantico decisivo em que a Ondina, que se casa com o cavaleiro humano Huldbrand e adquire uma alma, chega a tragedia pela traiçao de seu marido — e a opera Ondina (3 atos) estreada no Teatro Real de Berlim em 3 de agosto de 1816 por E. T. A. Hoffmann (1776-1822) se estabeleceu como o canone decisivo da opera romantica alema. A Pequena Sereia de Andersen publicada em Copenhague em 7 de abril de 1837 se estabeleceu como a adaptaçao decisiva de Andersen do canone Ondina, e a opera Rusalka de Antonin Dvorak (1841-1904) estreada no Teatro Nacional de Praga em 31 de março de 1901 — o canone Ondina eslavo-variante — e o canone musical eslavo decisivo. A peça Ondine de Jean Giraudoux (1882-1944) estreada no Theatre de l'Athenee em Paris em 4 de maio de 1939 (dirigida por Louis Jouvet, com Madeleine Ozeray como Ondina) e o canone teatral frances decisivo do seculo XX, e o canone de bale decisivo e o bale Ondina de Hans Werner Henze (1926-2012) estreado no Royal Opera House Covent Garden em Londres em 27 de outubro de 1958 (coreografado por Frederick Ashton, com Margot Fonteyn como Ondina) — o canone decisivo do bale do seculo XX. A Ondina do Manual de Monstros D&D de 1977 de Gygax da TSR nos EUA e a animaçao Disney A Pequena Sereia (bilheteria mundial de cerca de 211 milhoes de dolares) lançada em 17 de novembro de 1989 nos EUA sao o canone mundial de adaptaçao Ondina do seculo XX.

Fraqueza

As fraquezas da Ondina sao: (1) longe da agua — o canone decisivo de vinculaçao ambiental no canone Paracelso de 1566 de que a Ondina enfraquece quando deixa sua agua; (2) traiçao pelo humano amado — o canone romantico decisivo em Ondina de Fouque de 1811 de que quando o cavaleiro humano Huldbrand (Huldbrand) a trai com Bertalda (Bertalda), a Ondina perde sua alma e chega a tragedia; (3) o beijo da Ondina — o final canonico tragico decisivo em Ondina de Fouque de 1811 de que a Ondina mata o marido traidor com um beijo, o canone da expressao inglesa 'undine's kiss' (o beijo da morte dado ao marido infiel); (4) casamento com um humano — a fraqueza canonica decisiva de que uma Ondina casada com um humano pode morrer como um humano; (5) falta de alma — a fraqueza teologica decisiva no canone paracelsiano e no canone Ondina de Fouque de que a Ondina esta originalmente sem alma; (6) sindrome de Ondina — o canone medico decisivo em que os medicos americanos Severinghaus (Severinghaus) e Mitchell (Mitchell) de 1962, inspirados pelo canone Ondina de Fouque de 1811 — em que o marido infiel perde a capacidade de respirar autonomamente — medicamente canonizado como 'Maldiçao de Ondina' (sindrome de hipoventilaçao central congenita); (7) vinculaçao dos quatro elementos paracelsiana — a Ondina esta vinculada ambientalmente ao seu elemento agua e nao pode partir; (8) forte corrente de fogo — a fraca oposiçao da Agua (Aqua) e do Fogo (Ignis) no canone dos quatro espiritos-elementos de Paracelso de 1566, pela qual um forte fogo enfraquece a Ondina. O final canonico decisivo de Ondina de Fouque de 1811 — em que a Ondina se torna uma pequena fonte ao lado do tumulo do cavaleiro humano Huldbrand, abraçando-o eternamente — e o canone tragico romantico decisivo.

Significado cultural

A Ondina nao e simplesmente um icone de espirito da agua, mas a figura iconografica canonica do canone ocidental do espirito da agua que atravessa a teoria dos quatro espiritos-elementos de Paracelso de 1566, Le Comte de Gabalis de Montfaucon de Villars de 1690, Ondina de Fouque de 1811, a opera Ondina de Hoffmann de 1816, A Pequena Sereia de Andersen de 1837, a opera Rusalka de Dvorak de 1901, a peça Ondine de Jean Giraudoux de 1939, o bale Ondina de Henze de 1958, a denominaçao medica da sindrome de Ondina de 1962 e o RPG fantasia D&D de 1977. O Livro de Ninfas, Silfos, Pigmeus e Salamandras de Paracelso de 1566 — como o evento decisivo da filosofia natural e da alquimia europeias do Renascimento — cunhou Ondina — derivada do latim unda ('onda') — como vocabulario canonico decisivo. O canone literario decisivo e a novela Ondina (cerca de 100 paginas) de Friedrich de la Motte Fouque (1777-1843) publicada pela editora Hitzig em Berlim, Alemanha em 1811 — o canone decisivo do romantismo alemao do seculo XIX — e o proprio Fouque, de ascendencia huguenote francesa na nobreza prussiana de Brandemburgo, Alemanha, escreveu-a em Berlim de 1810 a 1813. A opera Ondina estreada no Teatro Real de Berlim em 3 de agosto de 1816 por E. T. A. Hoffmann (1776-1822) — com libreto do proprio Fouque, 3 atos — e o canone decisivo da opera romantica alema, e o bale Ondina estreado no Royal Opera House Covent Garden em Londres em 27 de outubro de 1958 por Hans Werner Henze (1926-2012) (coreografado por Frederick Ashton, com Margot Fonteyn como Ondina, cerca de 90 minutos) tornou-se o canone decisivo do Royal Ballet britanico do seculo XX. O evento decisivo em 1962 em que os medicos americanos John Severinghaus (1922-2021) e Robert Mitchell, inspirados pelo canone de Fouque — em que o marido infiel perde a capacidade de respirar autonomamente — canonizaram medicamente a sindrome de hipoventilaçao central congenita (CCHS) como 'Maldiçao de Ondina', e a Disney A Pequena Sereia (bilheteria mundial de cerca de 211 milhoes de dolares) lançada em 17 de novembro de 1989 nos EUA estabeleceram o canone mundial de adaptaçao Ondina do seculo XX.

Na cultura pop

  • Paracelso, Livro de Ninfas, Silfos, Pigmeus e Salamandras (1566) — canone decisivo dos quatro espiritos-elementos Ondina
  • Montfaucon de Villars, Le Comte de Gabalis (1690) — canone Ondina da literatura de salao francesa
  • Fouque, Ondina (1811) — canone literario romantico decisivo
  • E. T. A. Hoffmann opera Ondina (1816) — canone decisivo da opera romantica alema
  • Andersen, A Pequena Sereia (1837) — adaptaçao decisiva de Andersen
  • Dvorak opera Rusalka (1901) — canone musical eslavo decisivo
  • Jean Giraudoux peça Ondine (1939) — canone teatral frances decisivo
  • Henze bale Ondina (1958) — canone de bale decisivo do seculo XX
  • Denominaçao medica da sindrome de Ondina (1962) — canone medico decisivo
  • Gygax, Manual de Monstros D&D, Ondina (1977) — canone RPG fantasia

Curiosidades

A etimologia latina Undina de Ondina — cunhada por Paracelso em 1566 a partir do latim unda ('onda, ondulaçao') — e o vocabulario canonico decisivo, e o ingles Undine (primeira atestaçao em 1789), o alemao Undine, o frances Ondine e o italiano Ondina sao vocabulario canonico. O Livro de Ninfas, Silfos, Pigmeus e Salamandras de Paracelso de 1566 publicado postumamente em Basileia, Suiça — escrito na decada de 1530 em Salzburgo, Innsbruck e outras regioes austro-suiças — e o canone decisivo da teoria dos quatro espiritos-elementos, e a Ondina manuseia a Agua (Aqua) entre os quatro espiritos-elementos. A novela Ondina (cerca de 100 paginas) de Friedrich de la Motte Fouque (Friedrich de la Motte Fouque, nascido em 12 de fevereiro de 1777 em Brandemburgo, morto em 23 de janeiro de 1843 em Berlim) publicada pela editora Hitzig em Berlim, Alemanha em 1811 — o canone decisivo da literatura romantica alema — foi escrita por Fouque, de ascendencia huguenote francesa na nobreza prussiana, em Berlim de 1810 a 1813. A opera Ondina (3 atos) estreada no Teatro Real de Berlim em 3 de agosto de 1816 por E. T. A. Hoffmann (Ernst Theodor Amadeus Hoffmann, nascido em 24 de janeiro de 1776 em Konigsberg, morto em 25 de junho de 1822 em Berlim) — com libreto do proprio Fouque — e o canone decisivo da opera romantica alema, e o bale Ondina (Undine) estreado no Royal Opera House Covent Garden em Londres em 27 de outubro de 1958 por Hans Werner Henze (Hans Werner Henze, nascido em 1 de julho de 1926 em Guetersloh, Alemanha, morto em 27 de outubro de 2012 em Dresden) (coreografado por Frederick Ashton, com Margot Fonteyn como Ondina, cerca de 90 minutos) e o canone decisivo do Royal Ballet britanico do seculo XX. O evento medico decisivo em 1962 em que os medicos americanos John Severinghaus (1922-2021) e Robert Mitchell, inspirados pelo canone de Fouque de 1811 — em que o marido infiel perde a capacidade de respirar autonomamente — nomearam medicamente a sindrome de hipoventilaçao central congenita (CCHS) como 'Maldiçao de Ondina'. A peça Ondine (3 atos) estreada no Theatre de l'Athenee em Paris em 4 de maio de 1939 por Jean Giraudoux (1882-1944) (dirigida por Louis Jouvet, com Madeleine Ozeray como Ondina) e o canone teatral frances decisivo do seculo XX, e a encenaçao de Alfred Lunt estreada no 46th Street Theatre em Nova York, EUA em 18 de fevereiro de 1954 — com Audrey Hepburn como Ondina — ganhou o Premio Tony de Melhor Atriz em 1954.

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Náiade

Rei dos espíritos

Náiade · Ellaim · Elquiness — Rei dos Espíritos da Água

A Naiade (grego Naias, plural Naiades, ingles Naiad) e a ninfa (grego nymphe) de agua doce que habita na agua doce (nascentes, rios, lagos, poços) da mitologia grega, na forma de uma bela mulher humana, encarnando a divindade da fonte de agua doce — a figura iconografica canonica decisiva dos espiritos naturais mitologicos gregos. A etimologia deriva do verbo grego naein ('fluir'), e dentro da classificaçao quadrupla das ninfas — Naiade (agua doce), Oceanide (Oceanids, oceano), Nereida (Nereids, mar salgado) e Driade (Dryads, arvore) — a Naiade e o canone decisivo da agua doce. O canone textual decisivo esta na Teogonia (Theogonia) do poeta grego Hesiodo (Hesiodos), c. 700 a.C. — linhas 364-370, o canone das 3.000 irmas Oceanides e 3.000 irmaos Deuses-rios (Potamoi) nascidos do deus-rio Oceano (Okeanos) e sua irma Tetis — e o canone textual decisivo da Naiade, e as ninfas dos rios aparecem decisivamente nos Livros 14 e 20 da Iliada e nos Livros 13 e 17 da Odisseia de Homero (Homeros) do seculo VIII a.C. A Naiade Castalia da Fonte Castalia (Kastalia) perto do Templo de Apolo em Delfos (Delphoi) na Grecia — a inspiraçao canonica da profecia poetica — e a Naiade individual mais decisiva, e a pintura Hilas e as Ninfas (Hylas and the Nymphs) de 1896 do pintor pre-rafaelita britanico John William Waterhouse (1849-1917) estabeleceu o canone visual da Naiade na era vitoriana do seculo XIX.

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Nix

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Nix · Naias · Ondina — Espírito d'Água Menor

O Nix (ingles antigo nicor, nordico antigo nykr, alemao Nix/Nixe, ingles Nix ou Nixie) e a figura iconografica canonica do espirito da agua do folclore germanico e eslavo que reside em agua doce — rios, lagos e poços — aparecendo em forma humana sedutora (principalmente como belas mulheres ou homens bonitos) e atraindo os humanos para a agua atraves da musica e do canto, sendo a forma verdadeira a iconografia canonica de uma cauda de peixe, escamas de peixe ou pele verde. A etimologia deriva do proto-indo-europeu *neigw- ('lavar, purificar') atraves do proto-germanico *nikwiz — o vocabulario canonico do ingles antigo nicor, nordico antigo nykr e alto alemao antigo nihhus. O canone textual decisivo e a linha 422 do Livro 1 e a linha 1427 do Livro 2 da epica inglesa antiga Beowulf (Beowulf) por um autor anonimo dos seculos VIII-X — os monstros aquaticos 'nicras' no lago onde o heroi Beowulf luta contra a mae de Grendel com a espada Hrunting — a origem decisiva do canone germanico, e o canone do conto 79 A Nixe do Lago (Die Nixe im Teich) dos Kinder- und Hausmaerchen dos irmaos Grimm alemaes (Jacob e Wilhelm) de 1812-1815 e o canone decisivo do Nix conto de fadas alemao do seculo XIX. O poema de 1779 O Pescador (Der Fischer) do poeta alemao Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832) e o poema de 1824 A Lorelei (Die Loreley) do poeta alemao Heinrich Heine (1797-1856) estabeleceram o canone poetico romantico alemao do Nix do seculo XIX, e a opera Rusalka do compositor tcheco Antonin Dvorak (1841-1904), estreada em 31 de março de 1901 no Teatro Nacional de Praga, e o canone musical decisivo do canone Nix eslavo.