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Ocidental

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sylphid
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Sílfide

Menor

Sílfide — Espírito do vento inferior

A Silfide (frances Sylphide, ingles Sylphid, latim sylphida) e a adaptaçao canonica decisiva do pequeno Silfo ou jovem Silfo introduzido como 'sylphid' na linha 50 do Canto 1 do poema satirico O Rapto da Madeixa (The Rape of the Lock) (ediçao ampliada de 5 cantos de 1714) de Alexander Pope (Alexander Pope, 1688-1744) publicado na Inglaterra em 4 de maio de 1712. A etimologia combina o latim Sylphus (Silfo, espirito aereo) de Paracelso de 1566 com o sufixo diminutivo-feminino greco-latino -ida — o vocabulario canonico decisivo — e a iconografia retrata um espirito elegante e leve com pequenas asas semelhantes as de uma borboleta ou libelula em vestimenta branca. O canone decisivo e o bale La Sylphide estreado na Opera Salle Le Peletier em Paris em 12 de março de 1832 — composto por Jean-Madeleine Schneitzhoeffer, coreografado por Filippo Taglioni, com Marie Taglioni no papel principal — estabelecendo a origem decisiva do bale romantico do seculo XIX como a primeira apresentaçao em pontas na historia do bale. A novela de 1822 Trilby, ou le Lutin d'Argail do escritor frances Charles Nodier (Charles Nodier, 1780-1844) e a fonte decisiva do libreto do bale de 1832, e a versao dinamarquesa estreada no Teatro Real de Copenhague em 28 de julho de 1836, coreografada por August Bournonville (1805-1879) e composta por Herman Severin Lovenskiold, e o canone de bale dinamarques decisivo preservado ate 2024.

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Oread

Rei dos espíritos

Oread · Trowell · Gnoass — Rei Espírito da Terra

A Oreade (grego Oreias, plural Oreiades, ingles Oread) e a ninfa (grego nymphe) das montanhas da mitologia grega, que habita em montanhas e cavernas, frequentemente retratada como companheira da deusa da caça Artemis (Artemis) — a figura iconografica canonica decisiva do espirito montanhoso mitologico grego. A etimologia deriva do grego oros ('montanha'), e dentro da classificaçao das ninfas — Naiade (agua doce), Oceanide (oceano), Nereida (mar salgado), Driade (arvore), Oreade (montanha) — a Oreade e o canone decisivo da montanha. O canone textual decisivo e a origem na linha 420 do Livro 6 da Iliada de Homero (Homeros) do seculo VIII a.C. — que as ninfas das montanhas plantaram olmos junto ao tumulo de Eetion, pai de Andromaca — e nas linhas 615-617 do Livro 24 — que as ninfas das montanhas dançaram no Monte Sipylos apos a morte dos filhos de Niobe — a origem da iconografia da ninfa das montanhas, e o canone decisivo e o canone de Eco e Narciso nas linhas 339-510 do Livro 3 das Metamorfoses (Metamorphoses) do poeta romano Ovidio (Publius Ovidius Naso, 43 a.C. - 17 d.C.) de cerca de 8 d.C. — em que a ninfa oreade das montanhas Eco amou sem correspondencia o belo jovem Narciso mas, pela maldiçao de Hera, so podia repetir as ultimas palavras dos outros, e finalmente tornou-se o eco da montanha (meta-echo) — o canone culminante decisivo da Oreade literaria latina. A pintura de 1903 Eco e Narciso do pintor pre-rafaelita britanico John William Waterhouse (1849-1917), em posse da Walker Art Gallery em Liverpool, Gra-Bretanha, estabeleceu o canone visual da Oreade na era vitoriana do seculo XIX.

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Will-o'-the-Wisp

Intermediário

Will-o'-the-Wisp — Espírito de luz intermediário

O Fogo-Fatuo (ingles Will-o'-the-Wisp) e o espirito iconografico canonico mais decisivo do fogo-fatuo (ignis fatuus) do folclore ingles. A etimologia e o ingles Will of the Wisp ('Will segurando uma tocha de palha'), atestado pela primeira vez em ingles em 1607 — o vocabulario canonico decisivo. Aparece em pantanos, areas umidas e charnecas a noite como uma pequena chama azul ou amarela tremulante — recuando ao se aproximar e se aproximando ao recuar — e atrai os viajantes perdidos ao pantano para a morte — a iconografia canonica decisiva. O canone etimologico decisivo e a lenda decisiva de que o ferreiro malvado Will (Smith Will) da Inglaterra do seculo XVI, rejeitado tanto pelo ceu quanto pelo inferno apos sua morte, carrega uma tocha de palha com carvao dado pelo diabo e vagueia pelos pantanos para sempre, e o canone literario decisivo e a linha 104 do poema gemeo L'Allegro (L'Allegro) do poeta britanico John Milton (John Milton, 1608-1674) de 1631 — 'led by the Friar's Lantern' — e o conto de fadas Os Fogos-Fatuos Estao na Cidade, Disse a Mulher do Pantano (Lygtemaendene ere i Byen, sagde Mosekonen) do escritor dinamarques Hans Christian Andersen (Hans Christian Andersen, 1805-1875) publicado em Copenhague, Dinamarca em 7 de abril de 1845 — o canone decisivo de contos de fadas de Andersen. O canone cinematografico decisivo do seculo XXI e o filme de animaçao Pixar (Pixar) Valente (Brave) lançado nos EUA em 22 de junho de 2012 — no qual os Fogos-Fatuos azuis guiam a princesa escocesa Merida para seu destino — o canone cinematografico mundial decisivo.

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Náiade

Rei dos espíritos

Náiade · Ellaim · Elquiness — Rei dos Espíritos da Água

A Naiade (grego Naias, plural Naiades, ingles Naiad) e a ninfa (grego nymphe) de agua doce que habita na agua doce (nascentes, rios, lagos, poços) da mitologia grega, na forma de uma bela mulher humana, encarnando a divindade da fonte de agua doce — a figura iconografica canonica decisiva dos espiritos naturais mitologicos gregos. A etimologia deriva do verbo grego naein ('fluir'), e dentro da classificaçao quadrupla das ninfas — Naiade (agua doce), Oceanide (Oceanids, oceano), Nereida (Nereids, mar salgado) e Driade (Dryads, arvore) — a Naiade e o canone decisivo da agua doce. O canone textual decisivo esta na Teogonia (Theogonia) do poeta grego Hesiodo (Hesiodos), c. 700 a.C. — linhas 364-370, o canone das 3.000 irmas Oceanides e 3.000 irmaos Deuses-rios (Potamoi) nascidos do deus-rio Oceano (Okeanos) e sua irma Tetis — e o canone textual decisivo da Naiade, e as ninfas dos rios aparecem decisivamente nos Livros 14 e 20 da Iliada e nos Livros 13 e 17 da Odisseia de Homero (Homeros) do seculo VIII a.C. A Naiade Castalia da Fonte Castalia (Kastalia) perto do Templo de Apolo em Delfos (Delphoi) na Grecia — a inspiraçao canonica da profecia poetica — e a Naiade individual mais decisiva, e a pintura Hilas e as Ninfas (Hylas and the Nymphs) de 1896 do pintor pre-rafaelita britanico John William Waterhouse (1849-1917) estabeleceu o canone visual da Naiade na era vitoriana do seculo XIX.

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Ignis Fatuus

Rei dos espíritos

Ignis Fatuus · Ignis — Rei Espírito da Luz

O Ignis Fatuus (latim ignis fatuus, ingles ignis fatuus/will-o'-the-wisp, alemao Irrlicht, frances feu follet) e o nome cientifico canonico para o fenomeno de fosforescencia natural em pantanos — latim 'fogo insensato' (ignis 'fogo' + fatuus 'insensato') — e a iconografia canonica do folclore europeu medieval e da literatura inglesa, a luz azul presumivelmente sendo a igniçao natural do metano do pantano (CH4) e da fosfina (PH3) que atrai viajantes e os faz perder o caminho. A etimologia e a combinaçao do latim ignis ('fogo') e fatuus ('insensato'), e desde sua apariçao na Historia natural (Naturalis Historia) do naturalista romano Plinio o Velho (Plinius Maior, 23-79 d.C.) do seculo I, estabeleceu-se como o nome cientifico decisivo nas historias naturais dos seculos XVI-XVIII. O canone textual decisivo e o canone do Ato 3 Cena 3 da peça historica Henrique IV, primeira parte do britanico William Shakespeare (1564-1616) de 1597 — em que Sir Falstaff compara o nariz vermelho de Bardolph com 'ignis fatuus or a ball of wildfire' — a entrada decisiva na literatura inglesa, e o canone poetico decisivo e o canone das linhas 634-642 do Livro 9 da epica O Paraiso perdido do poeta britanico John Milton (1608-1674) de 1667 — comparando a seduçao de Eva por Sata com o fogo-fatuo do pantano — o canone decisivo na literatura inglesa. O Will-o-Wisp do Manual de Monstros D&D de 1977 de Gygax da TSR nos EUA — consistente ate a 5e (5a ediçao) de 2014 — e o canone decisivo do fogo-fatuo do RPG fantasia moderno.

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Salamandra

Menor

Salamandra · Kasha — Espírito do Fogo Inferior

A Salamandra (latim Salamandra, grego salamandra, ingles Salamander) e o espirito canonico decisivo do fogo (Ignis) entre os quatro espiritos-elementos (Elemental Spirits) no tratado latino postumo de 1566 Livro de Ninfas, Silfos, Pigmeus e Salamandras (Liber de Nymphis, Sylphis, Pygmaeis et Salamandris) do medico-alquimista suiço Paracelso (1493-1541), um pequeno espirito em forma de salamandra completamente envolto em chamas, habitando a lareira e o alto-forno, canonizado como o espirito guardiao decisivo do ferreiro e do alquimista. A origem iconografica e (1) o registro canonico no Livro 5, Capitulo 19 da Historia Animalium do filosofo grego Aristoteles (Aristoteles, 384-322 a.C.) do seculo IV a.C., de que a salamandra anda atraves do fogo e o extingue, e (2) o mal-entendido canonico no Livro 10, Capitulo 86 da Historia Natural (Naturalis Historia) do naturalista romano Plinio o Velho (Gaius Plinius Secundus, 23-79 d.C.) de 77 d.C., de que a salamandra nasce pelo fogo. O canone decisivo e a teoria dos quatro espiritos-elementos de Paracelso de 1566 — Ondina (Agua), Silfo (Ar), Gnomo (Terra) e Salamandra (Fogo) — pela qual a Salamandra se tornou o canone decisivo do espirito de fogo do Renascimento europeu. O monstro Salamandra do Manual de Monstros D&D de 1977 de Gary Gygax (1938-2008) da TSR nos EUA — consistente ate a 5e (5a ediçao) de 2014 — e o canone decisivo do espirito de fogo do RPG de fantasia moderno.

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Ariel

Rei dos espíritos

Ariel · Sílfide · Minervar — Rei Espírito do Vento

Ariel (ingles Ariel, hebraico Ariel ('leao de Deus' ou 'mensageiro de Deus'), latim Ariel) e o espirito do ar na ultima peça solo A Tempestade de 1611 do dramaturgo ingles William Shakespeare (1564-1616), o servo fiel do feiticeiro Prospero que, em forma invisivel, comanda livremente tempestades, ilusoes e musica — a figura iconografica canonica decisiva do espirito do ar literario ingles. A etimologia deriva do hebraico Ariel ('leao de Deus' ou 'mensageiro de Deus') — o nome alternativo de Jerusalem em Isaias 29:1-2 do Antigo Testamento — e no misticismo cabalistico europeu do seculo XIV ao XVI, Ariel foi canonizado como o anjo do elemento ar (Ar) entre os setenta e dois anjos do Shem HaMephorash, decisivamente registrado no Livro 3 do De Occulta Philosophia Libri Tres do mistico alemao Heinrich Cornelius Agrippa (1486-1535) de 1533. O canone decisivo e a peça de Shakespeare A Tempestade, estreada em 1 de novembro de 1611 no Palacio de Whitehall em Londres, Inglaterra (publicada no Primeiro Folio Volume 1 de 1623) — a trama em que Ariel, que havia sido aprisionado em um pinheiro pela bruxa Sycorax por doze anos, e resgatado por Prospero e vinculado a servi-lo por doze anos em troca da promessa de liberdade (Atos 1.2 a 4) — e o canone decisivo do espirito do ar literario ingles. O silfo Ariel no poema satirico O Rapto do Cacheado de 1714 de Alexander Pope (1688-1744) estendeu o canone do espirito do ar literario ingles do seculo XVIII, e o canone Air Elemental e Silfo do Manual de Monstros D&D de 1977 de Gary Gygax da TSR nos EUA e a iconografia canonica decisiva do espirito do ar do RPG de fantasia moderno.

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Dríade

Rei dos espíritos

Dryad — Rei dos Espíritos da Floresta

A Driade (grego Dryas, plural Dryades, ingles Dryad) e a ninfa (grego nymphe) das arvores da mitologia grega que habita em florestas e arvores, originalmente significando o espirito que habita no carvalho (drys, drys) mas posteriormente estendido como o nome geral do espirito que habita em todas as arvores — a figura iconografica canonica decisiva do espirito natural mitologico grego. A etimologia deriva do grego drys (drys, 'carvalho'), e dentro da classificaçao das ninfas — Naiade (agua doce), Oceanide (oceano), Nereida (mar salgado), Driade (arvore), Oreade (montanha) — a Driade e o canone decisivo da arvore. A figura canonica especial Hamadriade (Hamadryas, 'com a arvore') e a adaptaçao decisiva da Driade, ligada permanentemente a uma unica arvore e compartilhando sua vida e destino. O canone literario decisivo e o canone de Erisicton nas linhas 738-878 do Livro 8 das Metamorfoses (Metamorphoses) do poeta romano Ovidio (Publius Ovidius Naso, 43 a.C. - 17 d.C.) de cerca de 8 d.C. — em que o rei tessalio Erisicton corta o carvalho do bosque sagrado de Demeter, matando a Hamadriade, e Demeter envia o espirito da fome Limos (Limos) para puni-lo com fome eterna de modo que ele finalmente devora a si mesmo — e o monstro Driade do Manual de Monstros D&D de 1977 de Gary Gygax (1938-2008) da TSR nos EUA, consistente ate a 5e (5a ediçao) de 2014, e o canone decisivo do espirito da arvore do RPG de fantasia moderno.

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Gnomo

Menor

Gnomo · Minhoca — Espírito da Terra Inferior

O Gnomo (latim Gnomus, ingles Gnome) e o espirito canonico decisivo da terra (Terra) entre os quatro espiritos-elementos (Elemental Spirits) no tratado latino postumo de 1566 Livro de Ninfas, Silfos, Pigmeus e Salamandras (Liber de Nymphis, Sylphis, Pygmaeis et Salamandris) do medico-alquimista suiço Paracelso (Theophrastus Bombastus von Hohenheim, 1493-1541). Tem a iconografia decisiva de uma pequena figura de ancia o (geralmente cerca de 30 cm), com barba branca e um gorro conico vermelho, habitando na terra, cavernas, rochas e minas, habil na mineraçao de gemas, minerais e metais — o guardiao canonico do tesouro, com disposiçao para evitar humanos. A etimologia e o latim Gnomus — cunhado por Paracelso, presumivelmente do grego ge-nomos (ge-nomos, 'aquele que habita na terra') ou gnosis (gnosis, 'conhecimento') — e e vocabulario canonico decisivo. O canone decisivo e a teoria dos quatro espiritos-elementos de Paracelso de 1566, publicada postumamente em Basileia, Suiça — Ondina (Agua), Silfo (Ar), Gnomus (Terra), Salamandra (Fogo) — pela qual o Gnomo se tornou o canone decisivo do espirito terrestre do Renascimento europeu. A primeira produçao de gnomo de jardim em ceramica (Gartenzwerg) na oficina Philipp Griebel em Graefenroda, Turingia, Alemanha, em 1872 estabeleceu decisivamente o canone mundial do Gnomo de decoraçao de jardim do seculo XIX e XX, e a raça Gnomo do Manual de Monstros D&D de 1977 de Gary Gygax da TSR nos EUA — consistente ate a 5e (5a ediçao) de 2014 — e o canone decisivo da raça Gnomo do RPG de fantasia moderno.

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Jack Frost

Menor

Jack Frost — Espírito de gelo inferior

Jack Frost e o espirito personificado da geada e do frio no folclore ingles e escandinavo, aparecendo como um jovem rapaz ou um velho travesso, a figura iconografica canonica que desenha padroes de flores de gelo (frost ferns, 'samambaias de geada') nas janelas nas manhas de inverno e belisca os narizes e os dedos dos pes das pessoas. A etimologia e a combinaçao do ingles Jack (um nome masculino generico) e Frost (geada, do ingles antigo forst), e o primeiro registro textual decisivo do ingles Jack Frost aparece no poema de 1734 A Mountain of Frost no London Magazine britanico. A origem iconografica e a fusao de (1) os gigantes da geada da mitologia nordica Jokull ('geleira') e Frosti ('geada') do Capitulo 1 da Halfdanar saga svarta da Heimskringla do poeta islandes do inicio do seculo XIII Snorri Sturluson (1179-1241), e (2) o canone Morozko ('Pequena Geada') e Ded Moroz ('Vovo Geada') dos Contos Populares Russos (Narodnye Russkie Skazki) do folclorista russo Alexander Afanasyev (1826-1871) de 1855-1863. O canone moderno decisivo e a cançao de 1944 The Christmas Song do compositor americano Mel Torme (1925-1999) e letrista Robert Wells (1922-1998) — com a linha 'Jack Frost nipping at your nose' — que estabeleceu decisivamente o canone mundial de Jack Frost do seculo XX, e o protagonista Jack Frost do filme de animaçao DreamWorks A Origem dos Guardioes (Rise of the Guardians, lançado em 21 de novembro de 2012 nos EUA, baseado em William Joyce) e o canone cinematografico mundial de Jack Frost do seculo XXI.

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Drake de Fogo

Maior

Fire-Drake · Ignis · Salaime — Espírito do Fogo Superior

O Fire-drake (ingles antigo fyrdraca, ingles fire-drake) e o nome canonico decisivo do dragao cuspidor de fogo (draca) da mitologia inglesa antiga e nordica. A etimologia e a combinaçao do ingles antigo fyr ('fogo') e draca (emprestado do latim draco e do grego drakon, 'dragao'), a forma antiga do ingles dragon. O canone textual decisivo e o canone nas linhas 2200-3182 do Livro 3 da epica inglesa antiga Beowulf (3.182 linhas no total) por um autor anonimo dos seculos VIII-X — em que o heroi Beowulf, em sua velhice depois de governar o reino de Geat por cinquenta anos, quando um ladrao rouba o tesouro de um fire-drake adormecido — o dragao devasta o reino de Geat com fogo — Beowulf, com seu leal companheiro Wiglaf, mata o dragao mas morre do veneno do dragao. O manuscrito unico de Beowulf — o Codex Nowell (Cotton Vitellius A.xv na British Library) copiado por volta do ano 1000 — e o canone textual decisivo, e o Smaug d O Hobbit de J. R. R. Tolkien (1892-1973), publicado na Gra-Bretanha em 21 de setembro de 1937 — o fire-drake guardando o tesouro sob a Montanha Solitaria — e a adaptaçao moderna decisiva do canone mundial do dragao de fogo fantasia do seculo XX, e o Dragao Vermelho (sopro de fogo) do Manual de Monstros D&D de 1977 de Gary Gygax da TSR nos EUA — consistente ate a 5e (5a ediçao) de 2014 — e o canone decisivo do dragao de fogo do RPG fantasia moderno.

nix
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Nix

Menor

Nix · Naias · Ondina — Espírito d'Água Menor

O Nix (ingles antigo nicor, nordico antigo nykr, alemao Nix/Nixe, ingles Nix ou Nixie) e a figura iconografica canonica do espirito da agua do folclore germanico e eslavo que reside em agua doce — rios, lagos e poços — aparecendo em forma humana sedutora (principalmente como belas mulheres ou homens bonitos) e atraindo os humanos para a agua atraves da musica e do canto, sendo a forma verdadeira a iconografia canonica de uma cauda de peixe, escamas de peixe ou pele verde. A etimologia deriva do proto-indo-europeu *neigw- ('lavar, purificar') atraves do proto-germanico *nikwiz — o vocabulario canonico do ingles antigo nicor, nordico antigo nykr e alto alemao antigo nihhus. O canone textual decisivo e a linha 422 do Livro 1 e a linha 1427 do Livro 2 da epica inglesa antiga Beowulf (Beowulf) por um autor anonimo dos seculos VIII-X — os monstros aquaticos 'nicras' no lago onde o heroi Beowulf luta contra a mae de Grendel com a espada Hrunting — a origem decisiva do canone germanico, e o canone do conto 79 A Nixe do Lago (Die Nixe im Teich) dos Kinder- und Hausmaerchen dos irmaos Grimm alemaes (Jacob e Wilhelm) de 1812-1815 e o canone decisivo do Nix conto de fadas alemao do seculo XIX. O poema de 1779 O Pescador (Der Fischer) do poeta alemao Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832) e o poema de 1824 A Lorelei (Die Loreley) do poeta alemao Heinrich Heine (1797-1856) estabeleceram o canone poetico romantico alemao do Nix do seculo XIX, e a opera Rusalka do compositor tcheco Antonin Dvorak (1841-1904), estreada em 31 de março de 1901 no Teatro Nacional de Praga, e o canone musical decisivo do canone Nix eslavo.

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Fênix

Rei dos espíritos

Fênix · Sallion — Rei Espírito do Fogo

O Espirito Fenix (grego Phoinix, latim Phoenix, ingles Phoenix) e a figura iconografica canonica da ave de chama imortal — adaptando o Bennu (Bennu) egipcio e a tradiçao da Fenix grega na categoria de espirito — que se imola a cada 500 ou 1000 anos e renasce das cinzas. A etimologia e presumida do grego Phoinix (grego 'carmesim' ou 'ave fenicia'), e o bennu ('aquele que se eleva') do antigo Egito — a ave sagrada canonica da ressurreiçao do deus sol Ra e de Osiris de Heliopolis — e a origem decisiva da iconografia Fenix grega. O canone textual decisivo e o Capitulo 73 do Livro 2 das Historias (Historiai) do historiador grego Herodoto (Herodotus, c. 484-425 a.C.) do seculo V a.C. — o testemunho dos sacerdotes egipcios de terem visto a Fenix no Templo do Sol de Heliopolis e o canone de que a cada 500 anos a Fenix vem da Arabia para Heliopolis carregando o cadaver de seu pai Fenix em um ovo de mirra — o canone decisivo, e o canone literario latino decisivo e o canone das linhas 392-407 do Livro 15 das Metamorfoses do poeta romano Ovidio (Publius Ovidius Naso, 43 a.C. - 17 d.C.) de cerca de 8 d.C. — a auto-imolaçao ciclica milenar e o renascimento das cinzas — o canone decisivo. O canone moderno decisivo e a fenix Fawkes do Diretor Dumbledore da serie Harry Potter (Harry Potter) da autora britanica J. K. Rowling (J. K. Rowling, n. 1965) de 1997-2007 — aparecendo pela primeira vez no Capitulo 12 de Harry Potter e a Camara Secreta de 1998 — a obra culminante decisiva do canone Fenix mundial do seculo XXI.

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Ondina

Intermediário

Ondina — Espírito d'Água Intermediário

A Ondina (latim Undina, alemao Undine, ingles Undine) e o espirito canonico decisivo da agua (Aqua) entre os quatro espiritos-elementos (Elemental Spirits) no tratado latino postumo de 1566 Livro de Ninfas, Silfos, Pigmeus e Salamandras (Liber de Nymphis, Sylphis, Pygmaeis et Salamandris) do medico-alquimista suiço Paracelso (Theophrastus Bombastus von Hohenheim, 1493-1541). A etimologia e o vocabulario canonico da cunhagem paracelsiana Undina derivada do latim unda ('onda, ondulaçao'), e a iconografia canonica decisiva a retrata como uma bela figura feminina humana — habitando em agua doce como cascatas, lagos e fontes — originalmente sem alma, mas adquirindo uma atraves do casamento com um humano. O canone literario decisivo e a novela Ondina (Undine) de 1811 do autor romantico alemao Friedrich de la Motte Fouque (1777-1843) — o canone tragico romantico decisivo em que a Ondina, que adquire uma alma ao se casar com o cavaleiro humano Huldbrand (Huldbrand), chega a morte pela traiçao de seu marido — e a opera Ondina estreada no Teatro Real de Berlim em 3 de agosto de 1816 por E. T. A. Hoffmann (E. T. A. Hoffmann, 1776-1822) — com libreto do proprio Fouque — e o canone decisivo da opera romantica alema. O bale Ondina do compositor alemao Hans Werner Henze (1926-2012), estreado no Royal Opera House Covent Garden em Londres em 27 de outubro de 1958 (coreografado por Frederick Ashton, com Margot Fonteyn como Ondina), e o canone decisivo do bale do seculo XX.

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Pássaro Trovão

Intermediário

Pássaro Trovão — Espírito do Relâmpago Intermediário

O Passaro-Trovao (ingles Thunderbird, algonquino/ojibwa Animikii, lakota Wakinyan) e a figura iconografica canonica do ser espiritual gigante em forma de ave — parecendo uma aguia ou condor — que aparece amplamente na mitologia ameridia, em que o bater de suas asas cria trovao e seus olhos disparam raios — o canone decisivo. A etimologia e o ingles Thunderbird ('ave do trovao'), estabelecido como o vocabulario canonico decisivo pelos naturalistas e folcloristas americanos da decada de 1830 traduzindo o algonquino/ojibwa Animikii ('o trovejador') e o lakota Wakinyan ('santo voador') para o ingles. As tradiçoes tribais decisivas sao (1) os Algonquinos/Ojibwas — o canone decisivo do Passaro-Trovao da regiao do lago Michigan e dos Grandes Lagos; (2) os Lakotas — o canone decisivo do Wakinyan da regiao de Dakota e das Black Hills; e (3) as tribos da Costa Noroeste do Pacifico Haida e Kwakwaka'wakw — o canone do topo do totem da costa da Colombia Britanica, Canada. O registro textual decisivo e o diario da Expediçao Lewis e Clark (Lewis and Clark Expedition) de 1804-1806 — registrando a crença no Passaro-Trovao dos povos indigenas ao longo do rio Columbia — e a canonizaçao academica inglesa decisiva do canone Animikii dos Ojibwas nas Algic Researches (2 volumes) do folclorista americano Henry Schoolcraft (Henry Rowe Schoolcraft, 1793-1864) de 1849, e a epica The Song of Hiawatha (22 cantos) do poeta americano Henry Wadsworth Longfellow (1807-1882) publicada nos EUA em 10 de novembro de 1855 e o canone Passaro-Trovao literario americano decisivo do seculo XIX.

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Hamadríade

Intermediário

Hamadryad — Espírito Florestal Intermediário

A Hamadriade (grego Hamadryas, plural Hamadryades, ingles Hamadryad) e a iconografia canonica do espirito da arvore da mitologia grega, que, diferentemente da Driade geral — esta permanentemente ligada a uma unica arvore especifica — compartilhando a expectativa de vida e o destino daquela arvore como canone decisivo. A etimologia e o composto do grego hama ('com, junto') e drys ('carvalho, arvore'), significando 'com a arvore' — o vocabulario canonico decisivo — e enquanto a Driade geral (Dryas) e um espirito livre habitando em todas as arvores, a Hamadriade e a adaptaçao canonica decisiva permanentemente ligada a uma unica arvore. O canone textual decisivo e o canone fragmentario dos Preceitos de Quirao (Cheironos Hypothekai) do poeta grego Hesiodo (Hesiodos) de cerca de 700 a.C. — citado pelo escritor grego do seculo I d.C. Plutarco (Ploutarchos) no Capitulo 11 de Sobre o Declinio dos Oraculos (De Defectu Oraculorum) — de que a expectativa de vida da Hamadriade equivale a nove geraçoes de corvos (aproximadamente 9 anos por 9 equivale a 81 anos), e o canone das linhas 476-485 do Livro 2 da Argonautica (Argonautika) do poeta alexandrino Apolonio de Rodes (Apollonios Rhodios, 295-215 a.C.) do seculo IV-III a.C. — em que o pastor frigio Laelaps nao corta o carvalho da Hamadriade e a Hamadriade o abençoa — e o canone decisivo. O canone literario latino decisivo e o canone das linhas 738-878 do Livro 8 das Metamorfoses do poeta romano Ovidio (Publius Ovidius Naso, 43 a.C. - 17 d.C.) de cerca de 8 d.C. — a tragedia canonica decisiva em que o rei tessalio Erisicton (Erysichthon) corta um grande carvalho do bosque sagrado de Demeter e mata a Hamadriade, e Demeter envia o espirito da fome Limos (Limos) para puni-lo com fome eterna de modo que ele finalmente devora a si mesmo.

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Querubins

Querubins · Segundo dos nove coros angélicos — Guardiões da sabedoria divina e do trono

Querubins (hebraico kerubim, singular kerub, grego cheroubin, latim cherubim) sao os anjos do 2 grau apos os Serafins (Seraphim) dos 9 graus da angelologia judaico-crista — o canone decisivo, a figura iconografica canonica decisiva que sustenta o trono de Deus e transmite a sabedoria divina. A etimologia e o vocabulario canonico decisivo derivado do acadiano karibu (intercessor) ou do aramaico kerub (proximo), e a influencia da iconografia composta dos lamassu (lamassu) e shedu (shedu) assirios de touro, homem e aguia e o canone decisivo. O canone textual decisivo e o Genesis (Bereshit) capitulo 3 versiculo 24 de c. seculo VI a.C. — o canone decisivo de 'os querubins e a espada flamejante que girava em todas as direçoes (lahat ha-herev ha-mithapeketh)' que guardava o caminho ao Jardim do Eden — e o Exodo (Shemot) capitulo 25 versiculos 18-22 e capitulo 26 versiculo 31 — o canone decisivo dos dois querubins de ouro sobre o propiciatorio (kapporet) da Arca da Alianca (Ark of the Covenant) — e 1 Reis capitulo 6 versiculos 23-28 — o canone decisivo dos querubins de 10 covados (cerca de 4,5 m) do templo de Salomao. O livro de Ezequiel (Yehezkel) capitulo 1 versiculos 5-14 de 593-571 a.C. — o canone decisivo dos 'quatro seres viventes (chayot, rostos de homem, leao, touro e aguia, quatro asas)' — e capitulo 10 — o canone decisivo dos querubins e das rodas (ophanim) — e a Hierarquia celestial (De Coelesti Hierarchia) capitulo 7 de Pseudo-Dionisio o Areopagita (Pseudo-Dionysius the Areopagite) de c. seculo V-VI d.C. — o canone decisivo como o 2 grau dos 9 graus.

ophanim

Ofanim

Ofanim · Terceiro dos nove coros angélicos — Rodas de Deus, trono da justiça

Ofanim (hebraico Ofannim, singular Ofan) e o anjo do terceiro escalao da hierarquia angelica de 9 escaloes da angelologia judaico-crista — o canone decisivo — a figura iconografica canonica decisiva, derivada do hebraico 'ofan' que significa 'roda' no plural. Os pseudonimos — Galgalim ('rodas'), Tronos (latim Throni) e rodas do carro de Deus (Merkabah, Merkabah) — sao o vocabulario canonico decisivo. O canone textual decisivo e o canone de origem decisivo de Ezequiel (Ezekiel) 1:15-21 e 10:9-13 de c. seculo VI a.C. em que ao lado dos Querubins ha rodas gigantes com uma roda dentro de outra roda (Wheel within a wheel) cujas bordas estao cheias de incontaveis olhos, e o canone decisivo do trono de 'rodas de fogo ardente' do 'Anciao de Dias' em Daniel (Daniel) 7:9 de c. seculo II a.C. O canone teologico decisivo do terceiro escalao Tronos (Throni) da hierarquia angelica de 9 escaloes em A Hierarquia Celestial (De Coelesti Hierarchia) capitulo 7 do Pseudo-Dionisio de c. seculo V-VI d.C., e o canone decisivo dos Tronos na Suma Teologica (Summa Theologica) Parte I questao 108 de Tomas de Aquino (Thomas Aquinas) do seculo XIII. O canone decisivo do seculo XIV e o canone decisivo do terceiro escalao Tronos da hierarquia angelica de 9 escaloes na Divina Comedia (Divina Commedia) Paraiso (Paradiso) Canto 28 versos 103-105 de Dante Alighieri (Dante Alighieri) de c. 1320.

beelzebub

Belzebu

Belzebu · Senhor das Moscas — Príncipe da gula

Belzebu (hebraico Baʿal-Zəvuv, grego Beelzeboul, latim Beelzebub) e o grande demonio da tradiçao judaico-crista — o canone decisivo — derivado do hebraico Baal-zebub que significa 'Senhor das Moscas' — a figura iconografica canonica decisiva do deus cananeu 'Baal-Zebul (Baal-Zebul, Baal principesco)' originalmente adorado na cidade de Ecrom dos filisteus, com os judeus mudando o nome para 'Senhor das Moscas (zebub = mosca)' de forma desprezativa. Os pseudonimos — Beelzeboul, Senhor das Moscas, principe dos demonios e Arquiduque da 'Gula (Gula, Gluttony)' entre os Sete Pecados Capitais — sao o vocabulario canonico decisivo. O canone textual decisivo e o canone de origem decisivo de 2 Reis 1:2-16 de c. seculo VI-IV a.C. em que o rei de Israel Acazias (Ahaziah) caiu doente e enviou mensageiros para consultar Belzebu de Ecrom, mas foi repreendido por Elias (Elijah), e o canone decisivo de Mateus (Matthew) 12:24-27, Lucas (Luke) 11:15-19 e Marcos (Mark) 3:22 do seculo I d.C. em que os fariseus caluniaram Cristo dizendo 'expulsa os demonios por Belzebu, o principe dos demonios'. O canone literario ingles decisivo do seculo XVII do Paraiso Perdido (Paradise Lost) Livro 1 versos 78-81 de John Milton (John Milton) de 1667 — o anjo caido depois de Lucifer — e o canone literario ingles decisivo do seculo XX do romance O Senhor das Moscas (Lord of the Flies) de William Golding (William Golding) de 1954.

astaroth

Astarote

Astarote · 29º dos 72 espíritos de Salomão — Grande Duque

Astaroth (latim Astaroth, ingles Astaroth) e o demonio do escalao Grande Duque, 29o dos 72 demonios no Livro 1 Ars Goetia (Ars Goetia) do grimorio do seculo XVII — o canone decisivo — A Pequena Chave de Salomao (Lemegeton Clavicula Salomonis) — comandando 40 legioes (legioes) de demonios — a figura iconografica canonica decisiva. A origem etimologica e o vocabulario canonico decisivo da deusa mesopotamica da fertilidade, amor e guerra Ishtar (Ishtar, acadio) de c. 2000 a.C. → Astarte (Astarte) fenicio e cananeu → a deusa estrangeira Astorete (Ashtoreth) do Antigo Testamento → o demonio-duque masculino dos grimorios do seculo XVI-XVII. Os pseudonimos — Astorete (Ashtoreth), Astarte (Astarte), Ishtar (Ishtar), Duque das ciencias liberais — sao o vocabulario canonico decisivo. O canone textual decisivo e o canone de origem decisivo de Astaroth em Pseudomonarchia Daemonum (Pseudomonarchia Daemonum) de Johann Weyer (Johann Weyer) de 1563, e o canone decisivo do 29o escalao Grande Duque dos 72 demonios no Livro 1 Ars Goetia de A Pequena Chave de Salomao (Lemegeton Clavicula Salomonis) do seculo XVII. O canone artistico decisivo do seculo XIX da iconografia de Astaroth sobre o dragao maligno no Dictionnaire Infernal (Dictionnaire Infernal) de Collin de Plancy de 1818, e o canone de jogo mundial decisivo do seculo XXI de Astaroth (na forma de um golem empunhando um machado gigante) na serie Soulcalibur (Soul Edge/Soulcalibur) pelo japones Namco (Namco) desde 1995.

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Vampiro

Vampire · O chupa-sangue — Aristocrata da noite, imortal pelo sangue dos vivos

O Vampiro (ingles Vampire, eslavo Upir/Vampir) e o morto-vivo que esta morto, mas nao morreu, que mantem a imortalidade bebendo o sangue dos vivos, dotado de pele palida, presas e um carisma sedutor, transformando-se em morcego, neblina ou lobo — a figura iconografica canonica que se originou no folclore eslavo do Leste Europeu e foi completada na literatura inglesa do seculo XIX. A etimologia deriva do eslavo upir (eslavo oriental) e vapir (eslavo meridional), e o primeiro uso ingles de vampiro aparece na revista de viagens London Journal de 1734. A origem iconografica e a tradiçao do cadaver ressuscitado do folclore eslavo e o Panico Vampirico do Leste Europeu do seculo XVIII (1725-1755 na Servia e Hungria ocupadas pelos Habsburgo), cujos casos decisivos sao o caso Petar Blagojevic de 1725 em Kisilova, Servia, e o caso Arnold Paole de 1726-1732 em Medvegja, Servia — o Visum et Repertum, o relatorio latino oficial de 1732 do cirurgiao militar austro-habsburgo Johann Flueckinger, e o canone textual decisivo que registrou o vampiro como sujeito oficial na academia europeia. O Vampiro de John William Polidori (1795-1821), publicado em 1 de abril de 1819 na britanica New Monthly Magazine — escrito na Villa Diodati na Suiça em 1816 por sugestao de Lord Byron junto com Mary Shelley (Frankenstein) — e a origem do canone vampirico da literatura inglesa, e o Dracula de Bram Stoker (1847-1912), publicado na Gra-Bretanha em 26 de maio de 1897, completou o canone decisivo da iconografia vampirica moderna, elegante e aristocratica.

dullahan

Dullahan

Dullahan · O cavaleiro sem cabeça — O enviado portador de morte da Irlanda

O Dullahan (irlandes Dullahan, ingles Dullahan) e o cavaleiro sem cabeça em um cavalo negro segurando sua propria cabeça decepada em uma mao, a figura iconografica canonica do espirito coletor de morte e executor do destino da tradiçao celta irlandesa. A etimologia deriva do irlandes dulachan ou dubhlachan — ambos os termos glosados como 'mensageiro da escuridao' ou 'o sem cabeça' — um vestigio da crença no sacrificio humano da Irlanda celta pre-crista. O canone academico decisivo sao as Fairy Legends and Traditions of the South of Ireland de Thomas Crofton Croker de 1825, que estabeleceram a figura visual canonica do cavaleiro sem cabeça cuja cabeça decepada emite luz, e as Ancient Legends, Mystic Charms, and Superstitions of Ireland de Lady Wilde de 1887 (mae de Oscar Wilde, 1821-1896), que fixaram o padrao comportamental canonico do dullahan (chamar o nome de uma pessoa causa sua morte; chicote de coluna vertebral humana; portas abrindo-se por si ao longo do caminho; medo do ouro). The Legend of Sleepy Hollow de Washington Irving de novembro de 1820 — na qual um cavaleiro sem cabeça mercenario hessiano assombra Sleepy Hollow no vale do Hudson de Nova York — estabeleceu decisivamente a iconografia do dullahan na literatura anglo-americana, e o filme Sleepy Hollow de Tim Burton de 1999 (com Johnny Depp e Christopher Walken como o Cavaleiro Sem Cabeça) completou o canone cinematografico moderno.

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Guerreiro Esqueleto

Skeleton Warrior · Soldado Morto-vivo — Guerreiro ressuscitado pela necromancia

O Guerreiro Esqueleto (ingles Skeleton Warrior, latim Sceletus Bellator) e o morto-vivo do tipo guerreiro composto dos ossos dos mortos, invocado ou ressuscitado por magia, maldiçao ou feitiçaria negra, que luta com espada, lança, escudo e armadura, possuindo um esqueleto osseo puro sem carne ou alma — a figura iconografica canonica decisiva do morto-vivo da fantasia ocidental moderna. O skeleton ingles deriva do grego skeleton ('cadaver seco'), atraves do latim sceleton, estabelecendo-se no ingles no seculo XVI, e e retratado como um ser instrumental sem personalidade ou vontade original, obedecendo fielmente apenas as ordens do Necromante (Necromancer). O arquetipo mitico sao os Spartoi ('os Semeados') de Cadmo na mitologia grega antiga — guerreiros armados que cresceram do solo quando Cadmo, por instruçao da deusa Atena, semeou os dentes de um dragao que havia matado. O canone moderno decisivo e a famosa cena do lançamento britanico de 19 de julho de 1963 do filme Jason e os Argonautas dirigido por Don Chaffey (1917-1990) — a cena de quatro minutos e meio de sete guerreiros esqueleto em animaçao stop motion pelo mestre britanico de efeitos especiais cinematograficos Ray Harryhausen (1920-2013) duelando com o heroi grego Jason — o canone decisivo da iconografia moderna do guerreiro esqueleto. O monstro Esqueleto do RPG de mesa Dungeons & Dragons (D&D) de 1974 de Gary Gygax (1938-2008), no Manual de Monstros de 1977, estabeleceu o canone do RPG de fantasia moderno.

ghost

Fantasma

Ghost · O espírito errante — Uma alma presa ao mundo pelo apego e uma história inacabada

O Fantasma (ingles Ghost, latim Spectrum) e a alma do morto que, devido a apego persistente, rancor ou circunstancia nao resolvida, nao pode prosseguir para o alem e permanece neste mundo, a figura iconografica canonica da crença universal mundial no alem: transparente ou translucido em forma, ligado a um lugar especifico (casas mal-assombradas, casas antigas), e manifestando-se atraves do Poltergeist (alemao para 'espirito barulhento'), corrente fria, apariçao, som e choro. O ghost ingles deriva do ingles antigo gaast (alma, espirito), e a origem iconografica abrange o gidim da Mesopotamia, o akh do antigo Egito, a psyche e o eidolon da antiga Grecia, o lar (espirito guardiao) e o lemur da antiga Roma — universalmente da crença na alma post-mortem de toda civilizaçao. O canone textual ocidental decisivo e a Carta 27 do Livro 7 das Epistulae de Plinio o Jovem (61-113 d.C.) do final do seculo I d.C. — na qual o filosofo grego Atenodoro (74 a.C. - 7 d.C.) encontra em uma casa mal-assombrada de Atenas o fantasma de um velho sacudindo correntes, e exuma seu lugar de sepultamento para conceder-lhe descanso post-mortem — o canone ocidental decisivo da primeira historia de fantasma de casa mal-assombrada. O fantasma do pai de Hamlet na tragedia Hamlet de William Shakespeare (1564-1616) (1599-1601) estabeleceu o canone fantasmal da literatura inglesa, e o Marley e os tres Espiritos do Passado, Presente e Futuro na novela Um Conto de Natal de Charles Dickens (1812-1870) (publicada em 19 de dezembro de 1843) sao a obra decisiva do canone fantasmal vitoriano.

revenant

Renascido

Revenant · O retornado vingador — Um cadáver erguido da sepultura por um único propósito

O Revenant (ingles revenant, do latim revenans, 'aquele que retorna') e um cadaver que se levantou de seu tumulo por iniciativa propria sob o impulso de uma vingança intensa ou um proposito nao resolvido, a figura iconografica medieval europeia de um morto-vivo consciente de si mesmo que retem um ego distinto e um unico proposito. A etimologia reside no latim revenans, o participio presente do verbo revenire ('retornar'), que se tornou o termo canonico nas cronicas latinas dos seculos XI e XII para o cadaver que retorna do tumulo para atormentar a aldeia. A fonte textual decisiva e a Historia Rerum Anglicarum (Historia dos Assuntos Ingleses) do cronista ingles do seculo XII William de Newburgh (c. 1136-1198), cujos capitulos 22-24 do Livro V registram casos detalhados de revenants em Buckinghamshire, Berwick e Anant no norte da Inglaterra, estabelecendo o canone medieval europeu decisivo. Obras contemporaneas como De Nugis Curialium (Bagatelas de Cortesaos, c. 1180) de Walter Map e a figura de Glam na Saga de Grettir (Grettis Saga, seculos XIII a XIV) formam o canone revenant do norte da Europa. A primeira ediçao do Manual de Monstros de Dungeons & Dragons de Gary Gygax (1977) sistematizou o revenant como um morto-vivo consciente de si mesmo obcecado com um unico objeto de vingança, e o filme The Revenant de 2015 de Alejandro Gonzalez Inarritu (com Leonardo DiCaprio, vencedor do Oscar de Melhor Direçao) estabeleceu o canone cinematografico do seculo XXI da figura.

barrow-wight

Espectro de túmulo

Wight · O morto do túmulo — Um cadáver amaldiçoado que guarda o tesouro da tumba

O Wight (ingles Wight, a variante que habita tumulos sendo o Barrow-wight) e o morto-vivo do cemiterio no qual um cadaver enterrado em um tumulo ou monticulo funerario se levantou por obsessao com tesouro e maldiçao, e e a figura iconografica canonica do morto-vivo de forma cadaverica autoconsciente, em contraste com o espectro incorporeo. A etimologia reside no ingles antigo wiht ('criatura, ser'), e o sentido geral de 'ser' que aparece na epopeia em ingles antigo Beowulf do seculo VIII foi posteriormente especificado como o significado de morto-vivo do cemiterio. A origem iconografica e o draugr ('cadaver andante') e haugbui ('habitante do monticulo') das sagas familiares islandesas dos seculos XIII e XIV, e o canone decisivo da literatura inglesa e o Barrow-wight que aparece em O Senhor dos Aneis: A Sociedade do Anel de J.R.R. Tolkien (Allen and Unwin, julho de 1954), Livro Um Capitulo 8 'Nevoa nos Altos dos Tumulos', no qual Frodo e os hobbits sao capturados por um Barrow-wight nos Altos dos Tumulos a leste da Velha Floresta e devem ser enterrados com oferendas funerarias mas sao resgatados pela cançao de Tom Bombadil. A primeira ediçao do Manual dos Monstros de AD&D de Gary Gygax de janeiro de 1977 adicionou o wight como o canone morto-vivo dos jogos de RPG fantasy modernos, com a habilidade de drenagem de energia pela qual o morto se torna um novo wight.

gremlin

Gremlin

Gremlin · O duende quebra-máquinas — Um brincalhão da era tecnológica moderna

O Gremlin (ingles Gremlin) e o pequeno e astuto yokai moderno do seculo XX que danifica secretamente maquinas e dispositivos, a figura iconografica canonica da forma mais nova de yokai nascida da civilizaçao industrial-tecnologica. A etimologia e incerta, mas se originou na giria militar dos pilotos e mecanicos da Royal Air Force (RAF) britanica da decada de 1920, aparecendo pela primeira vez impresso na revista de aviaçao britanica The Aeroplane em abril de 1929, e se estabeleceu durante as duas Guerras Mundiais como a entidade invisivel culpada pelas falhas mecanicas inexplicaveis dos avioes da RAF. A fonte decisiva e o primeiro livro infantil do piloto da RAF britanica nascido na Noruega Roald Dahl (1916-1990), The Gremlins, publicado em abril de 1943 — o primeiro livro infantil ilustrado da Disney, com ilustraçoes do proprio Walt Disney e produzido pela Disney — que estabeleceu o canone popular da iconografia do gremlin. O episodio do Alem da Imaginaçao da CBS Nightmare at 20,000 Feet de 11 de outubro de 1963 temporada 5, com William Shatner no papel principal, no qual um gremlin aparece na asa de um aviao de passageiros, estabeleceu o canone televisivo americano, e o filme Gremlins de Joe Dante de 8 de junho de 1984 (roteiro de Chris Columbus, produzido por Steven Spielberg) completou o canone popular decisivo da iconografia do gremlin do seculo XXI.